sábado, 10 de agosto de 2013

"Amor": César abre auditoria e expulsa Félix do hospital; saiba como será

Vilão é denunciado por Lutero e Félix expulsa o filho do San Magno
A vida de Félix (Mateus Solano) vai ficar ainda mais complicada nos próximos capítulos de "Amor à Vida. Lutero (Ary Fontoura) vai denunciar mais uma vez o vilão pelo superfaturamento dos contratos do hospital.
Diante da nova denúncia, César (Antonio Fagundes) toma uma atitude: abre uma auditoria e expulsa o filho do San Magno.
Tudo começa quando Lutero conversa com Atílio (Luis Melo) e diz ao amigo que está muito desconfiado do administrador: 
"Sabe, Atílio. Eu tenho cada vez mais certeza de que o Félix estava por trás do teu acidente. E talvez esteja por trás de tudo o que aconteceu contigo depois. Há alguns detalhes estranhos. E, vamos combinar, o Félix saiu lucrando. Com a confusão toda, você acabou não denunciando os contratos fraudulentos...".
Atílio questiona os motivos de Lutero não ter feito nada e ele explica que Félix conseguiu escapar: "Eu denunciei, mas o Félix virou o jogo contra mim. Enfim, passei por momentos difíceis aqui no hospital e não fui adiante".
Os dois resolvem falar com César sobre os roubos de Félix e no dia da reunião o cirurgião abre o jogo.
Veja diálogo entre César e Lutero:
Lutero - Eu pedi que um especialista verificasse, tudo indica que são fraudulentos. O Atílio também acha. César, até quando você vai querer fechar os olhos pra verdade? O Félix está roubando o hospital, ou pelo menos roubou quando fez esses contratos. Você tem que enfrentar a verdade, César. Peça uma auditoria nesses contratos.
César - Vou pensar no assunto.
Em conversa com Aline (Vanessa Giácomo) sobre o caso, ela sugere que o amante expulse Félix da administração até que a auditória seja finalizada.
César concorda e chama Félix para conversar.
Confira:
César - Félix, na qualidade de presidente desse hospital, tomei uma decisão. Arrume suas coisas e vá pra casa. Está suspenso de suas atividades no hospital. Espero que temporariamente. Mas não posso mais fechar os olhos pra denúncia dos contratos superfaturados.
Félix - Eu já disse que não tem nada errado com esses contratos!
César - Félix, nós chegamos a marcar uma reunião para verificar os contratos. Mas eu me lembro que você inverteu o sentido da reunião e acusou o Lutero. O Eron nem chegou a me explicar nada. Eu confesso que depois não insisti mais no assunto, deixei o tempo passar. Evitei
discutir a questão dos contratos. Mas eu errei. O pior cego é o que não quer ver. Como pai, eu hesitei em investigar uma suspeita sobre você, Félix.
Félix - O Lutero está gagá. Você tem vergonha porque eu sou gay e prefere Paloma (Paolla Oliveira).
O vilão diz que depositou todas as esperanças no hospital e começa a chorar. 
César se irrita com ele e expulsa o filho de sua sala.
Novamente conversando com Aline, ele desabafa: 
"Eu achei a reação do Félix exagerada, de quem tem culpa, mas quer disfarçar. Espero que ele seja inocente, é meu filho. Sendo sincero, não sei o que me faz sentir pior, se a possibilidade de o Félix ter roubado o hospital ou de ele ser gay".
Félix fica arrasado e pede ajuda a Glauce (Leona Cavalli) para sair do hospital com seus objetos para que ninguém saiba da sua demissão.
O dono do San Magno escolhe Eron (Marcello Antony) como substituto do filho.
"Amor à Vida" vai ao ar logo após o "Jornal Nacional".

terça-feira, 6 de agosto de 2013

NOSSA CORRUPÇÃO ENDÊMICA

Recordo que em 1995, li uma matéria em revista (creio ter sido a Isto É), cujo foco era mostrar o nível de corrupção dos brasileiros.
A matéria enfatizava que nas empresas, organizações, instituições, o roubo é prática generalizada e ocorre com todos, isto é, desde o office boy até os diretores e patrões.
Li inclusive, entre aflito e atônito, que gerentes de instituições financeiras recebiam aulas/cursos para aprender a surrupiar dinheiro das contas de seus clientes, através da criação de códigos diversos e tais gerentes tinham na ponta da língua explicações mais ou menos convincentes, caso o correntista se manifestasse com queixas sobre seu saldo.
Como normalmente eram valores pequenos, (tipo vinte a duzentos reais) e realizavam estas operações duas a três vezes por mês, com clientes cuja conta era bem "gorda", o correntista dificilmente reclamava. E o banqueiro lucrava uma barbaridade (hoje mais que nunca), e vez por outra premiava seu gerente com um jantar elegante com "mimo" próximo a R$1,99. Uma beleza!
Hoje mais que nunca, sei que estão saqueando este país de forma absurda, e entendo que se não houver a participação efetiva de cidadãos de bem, de pessoas politizadas e que desejam o melhor para esta nação, não conseguiremos mudar este quadro caótico de roubalheira generalizada de bens públicos, que ocorre em todas as esferas de poder.
É deprimente (para dizer o mínimo), aquilatar que a corrupção é REGRA nos negócios entre governo e empresas. Todos (quase sem exceção) querem levar vantagem em tudo e isto se tornou um hábito que somente a consolidação de princípios éticos pode paralisar e defenestrar.
Por isso multidões de brasileiros insatisfeitos com este estado de coisas, saíram às ruas nestes meses de junho e julho, para protestar e exigir transparência do governo, exigir mais benefícios ante tanto imposto pago. Exigir mais educação e saúde e mais qualidade de vida!
Ouço atordoado a nossa presidente Dilma falar de um jeito, e lamentavelmente agir no sentido oposto ao que propala. É incoerente, ilógico e insano!
Sim, somos a sétima economia do planeta, mas somos também um povo carente de tudo. Nestes dez anos e sete meses de governo petista o governo fez o quê para a sua população? Criou o quê? Ajudou o quê? Fala sério! Só há recursos para a Copa de 2014?
E o PAC? Tudo parado ou atrasado ou nem sequer iniciado!
Necessitamos reformas urgentes que permitam direcionar dinheiro grosso para nossa infra-estrutura que está prá lá de capenga.  Estamos sofrendo um apagão logístico e não há armazéns nem estradas adequadas para escoar nossas safras.
Cadê a reforma previdenciária que sangra nossos cofres?
Cadê Garibaldi Alves?
Cadê a reforma trabalhista que está massacrando nossas empresas e comprometendo a vida de milhões de trabalhadores?
E nossos políticos sem visão queixam-se da crise mundial, da desaceleração chinesa, da valorização do dólar, e tantas outras cretinices/babaquices.
O que precisamos é reforma fiscal que defina o volume de arrecadação necessária para os gastos do governo, e uma reforma tributária que defina a forma de arrecadação para atender o programa fiscal.
Nossos políticos estão batendo cabeça, falam bobagens demais e são notórios nefelibáticos que não entendem o óbvio: O Brasil precisa crescer sem temer a concorrência de produtos estrangeiros e sem temer a taxa de câmbio com qualquer moeda em relação a nosso real.
Quem é competente se estabelece, vira o jogo, cresce e progride. O resto é papo furado e conversa prá boi dormir.
O Brasil é um país com imensos recursos naturais, com potencial extraordinário, mas nossa balança comercial registra déficit de US$ 5 bilhões neste 2013, até o momento, uma prova contundente de que há muita coisa errada nos planos econômicos do governo federal.
E o nosso PIB 2013 caminha para um valor próximo a 2,2%. Outra magistral frustração.
Dilma quer acabar com a miséria no Brasil. Como fará isso com o atual desempenho governamental? Sem acabarmos com a cleptocracia e a corrupção endêmica que grassa soberba e altiva na mente de nossos políticos, o dinheiro nunca chegará a quem de fato precisa.
E precisamos punir com o rigor da lei, doa a quem doer!
Dilma precisa agir como a rainha Ester (Antigo Testamento), isto é, precisa fazer o que tem que ser feito. Sem medo e sem vacilos periclitantes.
Em minha opinião, ela não está fazendo.
Cadê a gerente durona?
Com carinho e orando para que o amor cristão esteja no coração de todos,
João Antonio Pagliosa
Curitiba, 05 de agosto de 2013