Tantas barbaridades, dia após dia, sem nenhuma mudança
substancial que norteie qualquer alteração nos cenários. E a angústia da
mesmice catastrófica, permanece.
Há poucas semanas atrás, nossa presidente Dilma Rousseff, em
Cádiz, Espanha, ensinou aos dirigentes europeus que o crescimento da economia
deve ser com a gastança da população.
Pouquinho depois repetiu aula de economia em Paris. Agora em
visita a Rússia, segue ofertando conselhos boquirrotos e estapafúrdios.
Eu me constranjo com a professora Dilma. Ela é a maior
responsável pelo menor PIB brasileiro dos últimos trinta anos, que acontecerá
neste 2012. Concomitantemente, neste ano teremos a maior arrecadação tributária
de todos os tempos. Será superior a R$1.500.000.000.000,00 para um PIB um
pouquinho inferior a R$4.200.000.000.000,00. Conta na ponta do lápis, a
arrecadação do nada manso leão, é em números redondos, 36%.
Vai querer ensinar o quê? Vai querer ensinar para quem???
Eu me constranjo com a queda ladeira abaixo das ações da
Petrobrás, e os acionistas completamente desesperados com a volatilização de
seu dinheiro. Isto é caso de polícia, um verdadeiro deus-nos-acuda!
Eu me constranjo com a extraordinária ineficácia do governo
dilma-lula-petista! E me constranjo muito mais com a dócil passividade da
oposição e de milhões de brasileiros que cruzam os braços, frente a tanta permissividade.
Eu me constranjo com a atuação mulífera e anacrônica do ministro Guido Mantega,
e não entendo sua permanência no governo. O homem é uma nulidade e nossa
economia naufraga sob seu (des)comando.
Eu me constranjo ao presenciar a mais cruel seca dos últimos
quarenta anos, assolar milhares de municípios nordestinos e paralelamente ver
as obras da transposição do rio São Francisco, paralisadas e entregue as
traças.
Eu me constranjo ao ouvir as mentiras cínicas e debochadas
de lula, o homem que nunca sabe nadica de nada.
Eu me constranjo ao presenciar uma PEC 37 que intenta
amordaçar nossa justiça e manter livres e impunes uma corja de bandidos.
Eu me constranjo ao ver produtores rurais serem escorraçados
de suas propriedades, mesmo com títulos legais e registrados em cartório há
mais de quarenta anos.
Eu me constranjo ao receber informações da Sra. Maria Angela
Simões Semeghini, lá de Ji-Paraná, que teve suas terras legitimamente
adquiridas, invadidas por colonos sem terra. Vi fotos de satélite antes e
depois da ação dos invasores e constatei extensas derrubadas de mata virgem
para exploração de madeira. Estes malfeitores da sociedade e na natureza
continuam livres e impunes para desconforto daqueles que são os reais
proprietários. E que vivem sob ameaças de toda ordem.
Meu DEUS, que país é esse!
E eu me constranjo ao presenciar no meu dia-a-dia a
deseducação de nosso povo e a absurda inversão de nossos valores morais e
cristãos.
E me constranjo com os insanos políticos que transformaram o
Brasil num paraíso de “cocaleros”, em detrimento a saúde e a dignidade de
nossos cidadãos. Somos de longe, os maiores consumidores mundiais de drogas
ilícitas e milhões de brasileiros vivem em função disso, um inferno constante.
Nossas fronteiras com os grandes produtores de coca e maconha são verdadeiras
peneiras com pouquíssimo controle da nação.
E me constranjo ao aquilatar o quanto perdemos face a ineficácia/inabilidade/incompetência/desonestidade
de nossos políticos de todas as siglas. Cerca de um trilhão de reais a cada
quatro anos!!!!!
E me constranjo com a malvadeza entranhada em José Sarney!
E me constranjo ao presenciar repórteres em nossa mídia,
veiculando verdadeiros horrores com um incrível semblante de cenário. Ninguém
se indigna! Ninguém esmurra a mesa! Agem como zumbis desmotivados.
Eu me constranjo ao ver nossas FFAA empobrecidas, quase
desarmadas, envergonhadas, apáticas e submissas. E agora, no cumprimento de
ordens da justiça, horrorizando a vida dos ruralistas de Alto Boa Vista, no
nordeste do Mato Grosso. Misericórdia!
Eu me constranjo com Marcos Maia peitando as decisões do
STF. E com José Dirceu, este pobre ser humano que se perdeu em suas ideologias
burras, utópicas, arcaicas e insanas.
Eu me constranjo ao ver pessoas preocupadas com suas
carnalidades e que se consideram “o máximo”.
E me apiedo desta gente que sofre muito e que pensa que é
feliz!
E me apiedo da pequenez do homem que se deixa subjugar pelo
mundo materialista que o cerca. E que à muitos, inexoravelmente, afoga.
Orando para que o amor de Cristo se revele em seu coração,
deixo-lhe meu carinho.
João Antonio Pagliosa joaoantoniopagliosa@gmail.com
Eng. Agr. E servo útil de DEUS a partir de março de 2007

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