Porém, quase sempre, as pessoas frustram expectativas. Dão
pouco caso e reagem com indiferença as suas conquistas.
Não se abale! Isso é normal e por incrível que pareça é o
pessoal de casa que dará menos relevância ao que você realiza. O próprio Jesus
Cristo sofreu isso e é indiscutível que santo de casa não faz milagre!
Sei que nunca desenvolveremos intimidade com o Espírito
Santo, enquanto depositarmos nossas esperanças em outro ser humano. Sabe por
quê?
Simplesmente porque as pessoas são muito falhas e a bíblia
nos ensina que não há nada de bom em nossa carne e que qualquer ser humano, por
mais firme que seja, é totalmente vaidade.
Deus deseja muito ser buscado por cada um de nós. E Ele usa
as decepções que sofremos para que esta busca seja mais amiúde, mais intensa,
mais dependente.
Então, leitor, abrace suas decepções como um alento no
sentido de entender que Deus realmente se importa com você, que Ele o ama
profundamente, que Ele quer intimidade com você e que a sua opinião é a única
que realmente deve lhe interessar.
Nunca se magoe e nunca se aborreça com a frieza emocional
das pessoas. Aprenda a viver na dependência exclusiva de Deus.
Precisamos viver na dependência do Senhor e Ele usa nossas
decepções como um freio no ímpeto natural que possuímos, de depender de outras
pessoas. É um erro depender de pessoas! E muitos não se dão conta disso!
Nunca se decepcione com seus líderes espirituais, nem com
sua Igreja e muito menos com Deus, caso esteja atravessando períodos difíceis.
Quando o seu sofrimento parecer desmedido e fora de propósito, é sinal claro
que algo das mãos de Deus está para lhe alcançar.
Não esmoreça e mantenha-se firme na palavra do Senhor porque
a obsessão do inimigo é abortar o seu milagre e ele sabe antecipadamente quando
a graça de Deus lhe é destinada. Então, ele faz o impossível para lhe tirar a
paz, para você desistir de Deus.
Desligue-se do passado, foque o seu presente o todo o seu
futuro, na presença de Deus.
Tudo o mais é irrelevante. E para seu conforto, convido-o a
ler Salmos 126.
Com meu carinho.
João Antonio Pagliosa
Curitiba, 22 de junho de 2013

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