A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) realizou uma
pesquisa laboratorial com cigarros contrabandeados do Paraguai.
Segundo
informações do G1, durante as análises de dois produtos falsificados foram
encontrados pelos de rato e resíduos de baratas.
Os cigarros provenientes do país vizinho são comercializados
no Brasil, principalmente por causa do menor preço devido a ausência de imposto
pago sobre o produto.
Ainda foram encontradas 4,7 mil substâncias tóxicas no
produto original.
Já nos cigarros "piratas", além de uma quantidade
superior de materiais tóxicos, os pesquisadores também encontraram resíduos de
inseticidas, que foram proibidos no Brasil há mais de 20 anos.
(Com informações
do portal G1)

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